"DESDE 1993"
"BICICLETARIA VANBIKE - desde 1993" - Rua Comendador João Lopes,438 - Centro - Caçapava/SP CEP:12282-290
sábado, 31 de dezembro de 2011
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
Acessórios guardam bicicletas em espaços.
Um dos exemplos é este suporte que pode receber a maioria dos tamanhos de rodas. Ele tem um acabamento em couro para pendurar capacetes (item indispensável para pedalar com segurança) e mantém a bicicleta erguida. Útil para uma varandinha.
Outras dicas são esta chapa de aço dobrada para sustentar a bike pelo tubo superior e esta outra estrutura, que suspende até duas bicicletas. Couro de alta qualidade protege o quadro da bicicleta, e todas as madeiras têm certificação da FSC. Vale lembrar que é preciso ter uma parede robusta para suportar o peso.
Os modelos não podem ser considerados baratos, mas são ideais para espaços pequenos
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
domingo, 18 de dezembro de 2011
Pesquisa comprova: + investimento em ciclovias = Muito mais ciclistas
Para nós, que somos ciclistas, isso não é nenhuma novidade, mas é bom ver em números concretos o efeito do aumento dos investimentos na segurança do ciclista.
Uma pesquisa realizada em Nova York, cidade que vem investindo bastante na infra-estrutura para os ciclistas nos últimos anos. De acordo com os dados levantados pelo estudo, em três anos o número de ciclistas passou de 9 mil para 18 mil por dia em seis vias da cidade, no período de três anos. Ou seja, um aumento de 100%

Esse aumento foi devido ao aumento da segurança e da quantidade de estruturas dedicadas ao ciclistas. Cerca de 13 mil bicicletários e 240 km de ciclovias foram espalhados pela cidade. Novos sistemas de compartilhamento de bicicletas estão sendo criados para, o que deve aumentar ainda mais esse número em 2012.
Fica o recado para a galera a aqui do Brasil. É só investir um pouco, que as duas rodas saem da garagem e diminuem a poluição, os engarrafamentos, os problemas de saúde e etc…
Uma pesquisa realizada em Nova York, cidade que vem investindo bastante na infra-estrutura para os ciclistas nos últimos anos. De acordo com os dados levantados pelo estudo, em três anos o número de ciclistas passou de 9 mil para 18 mil por dia em seis vias da cidade, no período de três anos. Ou seja, um aumento de 100%

Esse aumento foi devido ao aumento da segurança e da quantidade de estruturas dedicadas ao ciclistas. Cerca de 13 mil bicicletários e 240 km de ciclovias foram espalhados pela cidade. Novos sistemas de compartilhamento de bicicletas estão sendo criados para, o que deve aumentar ainda mais esse número em 2012.
Fica o recado para a galera a aqui do Brasil. É só investir um pouco, que as duas rodas saem da garagem e diminuem a poluição, os engarrafamentos, os problemas de saúde e etc…
Shimano Tiagra 2012: Bom, barato e com 10 velocidades.
Como a maioria de vocês sabem a Shimano possui cinco modelos diferentes de grupos para bicicletas de estrada. O grupo de entrada é o Sora, depois vem o Tiagra, 105, Ultegra e Dura-Ace.
O segundo grupo da Shimano, o Tiagra, até então só vinha com capacidade para cassetes com nove marchas. Em 2012 a empresa resolveu mudar esse grupo para 10 velocidades. Dessa forma ele fica compatível com os grupos Top de todas as marcas.
Muita gente pergunta qual a diferença de uma marcha a mais. A principal vantagem de um número maior de catracas no cassete, é a suavidade durante a troca de marchas, ainda mais quando se tem um grupo com uma diferença grande entre a menor e a maior catraca. Por exemplo, em um cassete 11X27, a diferença entre uma marcha e outra é muito grande, quando uma catraca é adicionada na relação a diferença fica menor.

O grupo não veio com a cabeamento interno como 105, Ultegra e Dura-Ace. O que aparentemente é uma boa coisa, uma vez que o grupo 105 e Ultegra tem apresentado alguns problemas de troca de marcha devido ao cabeamento interno, já que os cabos passam por espaços muito pequenos.
Com o cabeamento externo, a manete do passador de marchas também ficou um pouco maior do que os grupos com cabeamento interno. Isso facilita a adaptação de pessoas com mãos maiores. O acabamento também ficou bacana, com uma pintura fosca, deferente dos modelos anteriores.
O preço do produto está por volta de 550 dólares, lá fora e por volta de R$1.800 reais aqui no país mais caro do mundo
O segundo grupo da Shimano, o Tiagra, até então só vinha com capacidade para cassetes com nove marchas. Em 2012 a empresa resolveu mudar esse grupo para 10 velocidades. Dessa forma ele fica compatível com os grupos Top de todas as marcas.
Muita gente pergunta qual a diferença de uma marcha a mais. A principal vantagem de um número maior de catracas no cassete, é a suavidade durante a troca de marchas, ainda mais quando se tem um grupo com uma diferença grande entre a menor e a maior catraca. Por exemplo, em um cassete 11X27, a diferença entre uma marcha e outra é muito grande, quando uma catraca é adicionada na relação a diferença fica menor.

O grupo não veio com a cabeamento interno como 105, Ultegra e Dura-Ace. O que aparentemente é uma boa coisa, uma vez que o grupo 105 e Ultegra tem apresentado alguns problemas de troca de marcha devido ao cabeamento interno, já que os cabos passam por espaços muito pequenos.
Com o cabeamento externo, a manete do passador de marchas também ficou um pouco maior do que os grupos com cabeamento interno. Isso facilita a adaptação de pessoas com mãos maiores. O acabamento também ficou bacana, com uma pintura fosca, deferente dos modelos anteriores.
O preço do produto está por volta de 550 dólares, lá fora e por volta de R$1.800 reais aqui no país mais caro do mundo
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
10 MOTIVOS PARA PEDALAR !!!
![]() | Se você esta precisando de argumentos para convencer sua nova namorada ou namorado a pedalar, veja a lista elaborada pela revista Boa Forma. Um dos itens abaixo deve te ajudar a fazer seu par a se mexer. |
1. Emagrece
Andar de bike é um exercício aeróbico, portanto queima calorias. O valor exato varia de acordo com o peso, a altura, a idade e o ritmo de cada pessoa. Mas a média é de 400 calorias por hora (para uma mulher com 60 quilos).
2. Aumenta o fôlego
Quando você mexe o corpo, todo o organismo, especialmente os músculos, pede por oxigênio, que é o catalisador que transforma a glicose em energia. Aí os pulmões são obrigados a trabalhar mais rápido para garantir o suprimento dessa substância e a expulsão do gás carbônico (o resultado tóxico da reação). Quem pedala habitua os pulmões a essa sobrecarga.
3. Deixa as pernas torneadas
A musculatura dessa região é bem solicitada durante a pedalada. Resultado: coxas firmes e panturrilhas trabalhadas. O aumento de massa muscular, no entanto, é discreto – nada que se iguale a um treino de musculação. Mas como andar de bike também queima o excesso de gordura, a definição fica evidente.
4. Exercita a cabeça
O momento em que você está em cima da bike é aquele em que as grandes idéias surgem. Esse fato tem tudo a ver com o exercício. Fazer uma atividade aeróbica regular gera uma melhora significativa da memória e de outras habilidades mentais. Porém, isso regride quando você pára de se exercitar.
5. Economiza dinheiro
Ao trocar o carro pela bike, você deixa de gastar uma tremenda grana com combustível. Isso significa um bom saldo na conta bancária.
6. Alivia o stress
Como qualquer outro exercício, pedalar estimula a produção de endorfina, neurotransmissor que dá a sensação de bem-estar. Ou seja: ao final da pedalada, você vai ganhar uma tremenda disposição para enfrentar o dia-a-dia.
7. Ajuda a salvar o planeta
Um dos gases responsáveis pelo efeito estufa é o dióxido de carbono (CO2 ). E a maior parte dele vem da queima de combustíveis. Esse gás, quando presente na atmosfera, forma uma barreira, impedindo que a radiação solar refletida pela superfície da Terra volte para o espaço – criando, assim, o efeito de uma estufa. Com isso, as temperaturas do ar, dos oceanos e dos lagos aumentam e as funções dos ecossistemas começam a mudar. Segundo especialistas, já existe um volume de CO2 na atmosfera que vai afetar a nossa vida por mais de 100 anos. Ao andar de bike, você não lança dióxido de carbono, ajudando a reduzir as concentrações do gás e deixando o planeta menos poluído.
8. Previne doenças
Se pesquisar a respeito das vantagens de praticar um esporte regularmente, vai perder alguns dias de tantos estudos que existem... Quem pedala mantém o organismo ativo e não deixa que vários mecanismos enferrugem. Você fica resistente a várias doenças, como osteoporose e problemas cardíacos.
9. Dribla os congestionamentos
A bicicleta é o segundo meio de transporte mais rápido nas grandes cidades na hora do rush, perdendo apenas para a moto. Mas é preciso ficar atenta às normas de segurança para circular no meio do trânsito.
10. Facilita conhecer a cidade
Presa dentro do carro, você nem imagina quanta coisa bacana é possível encontrar nas ruas e avenidas da região onde mora. Sentada na bicicleta, além de sentir aquele vento gostoso no rosto, que dá sensação de liberdade, seu campo de visão se amplia e você consegue visualizar melhor o ambiente.
ALGUMAS DISCAS BASICAS DO MTB.
22) Os pneus dianteiro e traseiro têm de ter desenhos de cravos diferentes?
Não necessariamente, apesar de muitos fabricantes possuírem desenhos diferentes para o pneu dianteiro e para o traseiro. Há uma infinidade de exemplos a favor ou contra, no entanto, não é algo que faça grande diferença.
23) Tenho de lubrificar o canote do selim?
Sim, é conveniente, principalmente, se você não desmonta. A lubrificação fará com que não adira totalmente às paredes do tubo do selim e possamos movê-los mais facilmente. Um pouco de óleo é suficiente, se não, de nada nos servirá o aperto do selim.
24) De que lado deverá estar colocado a blocagem da bicicleta, aquela chave de aperto rápido das rodas?
Geralmente o aperto rápido, mais conhecido como blocagem, deverá estar colocado do lado esquerdo, apesar de também poder ser colocado do lado direito. Os fabricantes de freios à disco indicam esta segunda opção, pois devemos evitar tocar com as mãos no próprio disco para evitar queimaduras se ainda estiver quente por causa do uso dos freios.
25) E o amortecedor?
No amortecedor é melhor não mexer. Apenas requer que você o mantenha limpo e bem cuidado. Em condições de muito pó ou lama, é recomendável utilizar um protetor de "neoprene", para evitar um desgaste prematuro. Alguns possuem regulagem, deixando mais mole ou mais duro. Se surgir algum problema procure uma loja especializada.
26) É necessário usar lentes de cores distintas nos meus óculos?
É recomendável. Ao termos várias lentes, melhoramos o contraste e a visão, dependendo do tipo de clima que faça. Em dias de muito sol e muita intensidade de luz, as lentes do tipo espelho nos protegem fortemente dos raios UVA.
27) É possível haver fissuras no meu quadro?
Sim, é possível. Observe sempre as partes que estão sujeitas a um maior stress. Isso pode acontecer em todas as marcas e convém não nos enganarmos.
28) Depois de vários meses voltei a pedalar e vi que os pneus da bike estavam rachados.
Isso é um caso bem comum para aqueles que não usam muito a bicicleta, os pneus racham e a única alternativa é trocá-los.
29) Sempre quando troco de marchas em uma subida a corrente faz um barulho grande, um "track". O que eu faço?
Você está trocando de marchas na hora errada. O certo em uma subida é sempre pegar um embalo e nunca trocar de marchas na hora que a bike estiver bem pesada. Isso inclusive estraga sua corrente.
30) Os freios também fazem um barulho grande, parecem uma buzina...
É bem provável que ele esteja desregulado ou a sapata usada não é de boa qualidade.
Não necessariamente, apesar de muitos fabricantes possuírem desenhos diferentes para o pneu dianteiro e para o traseiro. Há uma infinidade de exemplos a favor ou contra, no entanto, não é algo que faça grande diferença.
23) Tenho de lubrificar o canote do selim?
Sim, é conveniente, principalmente, se você não desmonta. A lubrificação fará com que não adira totalmente às paredes do tubo do selim e possamos movê-los mais facilmente. Um pouco de óleo é suficiente, se não, de nada nos servirá o aperto do selim.
24) De que lado deverá estar colocado a blocagem da bicicleta, aquela chave de aperto rápido das rodas?
Geralmente o aperto rápido, mais conhecido como blocagem, deverá estar colocado do lado esquerdo, apesar de também poder ser colocado do lado direito. Os fabricantes de freios à disco indicam esta segunda opção, pois devemos evitar tocar com as mãos no próprio disco para evitar queimaduras se ainda estiver quente por causa do uso dos freios.
25) E o amortecedor?
No amortecedor é melhor não mexer. Apenas requer que você o mantenha limpo e bem cuidado. Em condições de muito pó ou lama, é recomendável utilizar um protetor de "neoprene", para evitar um desgaste prematuro. Alguns possuem regulagem, deixando mais mole ou mais duro. Se surgir algum problema procure uma loja especializada.
26) É necessário usar lentes de cores distintas nos meus óculos?
É recomendável. Ao termos várias lentes, melhoramos o contraste e a visão, dependendo do tipo de clima que faça. Em dias de muito sol e muita intensidade de luz, as lentes do tipo espelho nos protegem fortemente dos raios UVA.
27) É possível haver fissuras no meu quadro?
Sim, é possível. Observe sempre as partes que estão sujeitas a um maior stress. Isso pode acontecer em todas as marcas e convém não nos enganarmos.
28) Depois de vários meses voltei a pedalar e vi que os pneus da bike estavam rachados.
Isso é um caso bem comum para aqueles que não usam muito a bicicleta, os pneus racham e a única alternativa é trocá-los.
29) Sempre quando troco de marchas em uma subida a corrente faz um barulho grande, um "track". O que eu faço?
Você está trocando de marchas na hora errada. O certo em uma subida é sempre pegar um embalo e nunca trocar de marchas na hora que a bike estiver bem pesada. Isso inclusive estraga sua corrente.
30) Os freios também fazem um barulho grande, parecem uma buzina...
É bem provável que ele esteja desregulado ou a sapata usada não é de boa qualidade.
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Para ganhar tempo e saúde, vá de bike.
Deixar o carro na garagem e adotar o meio de transporte alternativo é uma maneira inteligente de fugir do caos do trânsito nas grandes cidades e ainda ganhar muito mais saúde e qualidade de vida
Cansado de gastar mais de três horas para percorrer de carro um trajeto de 44 km entre a sua casa e o trabalho, o fotógrafo Danilo Tanaka resolveu apostar numa mudança radical, há cerca de dois meses: vendeu o automóvel e passou a se locomover de bicicleta. Medida bastante ambiciosa se considerarmos que Danilo mora em São Bernardo do Campo, na região do ABC Paulista, e trabalha no bairro da Casa Verde, na Grande São Paulo. Além de tudo, nunca foi atleta. “Sempre usei a bike como hobbie, até chegar à conclusão de que ela era o meio de transporte mais viável para o trajeto que eu faço diariamente. Mas comecei aos poucos e ainda estou na fase de adaptação: vou três vezes por semana de bike e nos outros dois uso o transporte público”, conta. Ele economiza cerca de uma hora por dia quando vai e volta do trabalho sob duas rodas. Danilo é um dos muitos casos de moradores de grandes cidades que optam pela bike para otimizar o tempo. E não por acaso, como explica Rodrigo Langeani, educador físico e bike fitter. “Todos os anos realizamos um desafio chamado de multimodal, que compara o desempenho de vários meios de transporte num mesmo trajeto, incluindo carro, ônibus, helicóptero e bicicleta. Também é considerado o tempo que se levaria a pé entre dois pontos estabelecidos. Nos dois últimos anos a bicicleta foi a vencedora do desafio, conferindo a maior velocidade nos percursos observados, na cidade de São Paulo.”
Muito mais qualidade de vida
Mas, se ganhar tempo livre é bom, melhorar a saúde, com a prática esportiva regular, é ainda melhor. “A parte mais positiva da mudança, para mim, foi ganhar disposição para as minhas atividades diárias, para fazer o que eu gosto. Além disso, emagreci oito quilos só nesses dois meses, sem fazer nenhuma mudança na alimentação. Agora eu respiro melhor, tenho mais fôlego e durmo superbem”, garante Danilo.
O educador físico Luiz Antonio Domingues Filho, mestre em performance humana, é quem explica as diferenças que o fotógrafo sentiu na pele. “Ao pedalar durante 30 a 45 minutos, a frequência respiratória aumenta aproximadamente três vezes, em comparação com uma situação de repouso. A quantidade de ar que penetra nos pulmões é 20 vezes maior. Nessa situação, a circulação sanguínea melhora, a frequência cardíaca duplica ou triplica e o oxigênio consumido pelos músculos do corpo também aumenta 10 vezes acima dos níveis de repouso”, diz o especialista. Trocando em miúdos, quem pedala com regularidade beneficia o coração, melhora a respiração, fortalece a musculatura e, claro, pode queimar rapidinho os quilinhos que estão sobrando. Por tabela, doenças como a hipertensão, o diabetes e os distúrbios do sono também acabam passando longe.
Outro dado surpreendente é que os adeptos da bike como meio de transporte usual sofrem menos em decorrência da aspiração de substâncias tóxicas poluentes. Além de poder cortar caminho por vias menos movimentadas e até parques, eles ficam menos tempo parados em congestionamentos.
Cansado de gastar mais de três horas para percorrer de carro um trajeto de 44 km entre a sua casa e o trabalho, o fotógrafo Danilo Tanaka resolveu apostar numa mudança radical, há cerca de dois meses: vendeu o automóvel e passou a se locomover de bicicleta. Medida bastante ambiciosa se considerarmos que Danilo mora em São Bernardo do Campo, na região do ABC Paulista, e trabalha no bairro da Casa Verde, na Grande São Paulo. Além de tudo, nunca foi atleta. “Sempre usei a bike como hobbie, até chegar à conclusão de que ela era o meio de transporte mais viável para o trajeto que eu faço diariamente. Mas comecei aos poucos e ainda estou na fase de adaptação: vou três vezes por semana de bike e nos outros dois uso o transporte público”, conta. Ele economiza cerca de uma hora por dia quando vai e volta do trabalho sob duas rodas. Danilo é um dos muitos casos de moradores de grandes cidades que optam pela bike para otimizar o tempo. E não por acaso, como explica Rodrigo Langeani, educador físico e bike fitter. “Todos os anos realizamos um desafio chamado de multimodal, que compara o desempenho de vários meios de transporte num mesmo trajeto, incluindo carro, ônibus, helicóptero e bicicleta. Também é considerado o tempo que se levaria a pé entre dois pontos estabelecidos. Nos dois últimos anos a bicicleta foi a vencedora do desafio, conferindo a maior velocidade nos percursos observados, na cidade de São Paulo.”
Escolha a sua nova bicicleta! Alguns modelos aumentam o conforto de quem vai começar a dar as suas pedaladas | |||
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1. A bicicleta Caloi T-Type, R$ 999, é perfeita para quem não abre mão do estilo em trilhas leves ou asfalto. Possui um design discreto e moderno e preza o conforto. | 2. A bicicleta Dahon Speed D7, R$ 1.890, dá uma cara esportiva para os passeios pela cidade. ela também pode ser dobrada, o que facilita o dia a dia. | ||
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3. Omodelo da Houston Mercury, R$ 959, conta com 21 marchas e é produzido com material de alta qualidade. Pode ser usado em trilhas e passeios. | 4. A bicicleta Izip Via Urbano, R$ 4.200, é prática e funcional, além de ser dobrável e fácil de montar. ela atinge a velocidade máxima de 25 km/h. |
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Muito mais qualidade de vida
Mas, se ganhar tempo livre é bom, melhorar a saúde, com a prática esportiva regular, é ainda melhor. “A parte mais positiva da mudança, para mim, foi ganhar disposição para as minhas atividades diárias, para fazer o que eu gosto. Além disso, emagreci oito quilos só nesses dois meses, sem fazer nenhuma mudança na alimentação. Agora eu respiro melhor, tenho mais fôlego e durmo superbem”, garante Danilo.
O educador físico Luiz Antonio Domingues Filho, mestre em performance humana, é quem explica as diferenças que o fotógrafo sentiu na pele. “Ao pedalar durante 30 a 45 minutos, a frequência respiratória aumenta aproximadamente três vezes, em comparação com uma situação de repouso. A quantidade de ar que penetra nos pulmões é 20 vezes maior. Nessa situação, a circulação sanguínea melhora, a frequência cardíaca duplica ou triplica e o oxigênio consumido pelos músculos do corpo também aumenta 10 vezes acima dos níveis de repouso”, diz o especialista. Trocando em miúdos, quem pedala com regularidade beneficia o coração, melhora a respiração, fortalece a musculatura e, claro, pode queimar rapidinho os quilinhos que estão sobrando. Por tabela, doenças como a hipertensão, o diabetes e os distúrbios do sono também acabam passando longe.
Outro dado surpreendente é que os adeptos da bike como meio de transporte usual sofrem menos em decorrência da aspiração de substâncias tóxicas poluentes. Além de poder cortar caminho por vias menos movimentadas e até parques, eles ficam menos tempo parados em congestionamentos.
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
ALGUMAS DICAS BASICAS DO MTB, DO 16 AO 21.
16) Como devo limpar corretamente a minha bicicleta?
Devemos lavar a bicicleta com água a baixa pressão, com especial precaução nos cubos, eixo dos pedais, suspensões, para em seguida colocarmos "mãos à obra" com uma esponja, esfregando da direita para esquerda. Por último, devemos deixar secar ao ar livremente. O "toque final" deve ser dado com um pano de algodão.
17) Quando devo substituir a corrente?
É algo muito variável. Depende do uso que damos à bicicleta, quais as condições e cuidado que temos com ela. Uns 3.000 km de uso são uma boa referência para substituirmos a corrente. É possível medir melhor o desgaste com calibradores, como os que oferecem as marcas Park Tool ou Rohloff.
18) Como o capacete deve estar corretamente ajustado em nossa cabeça?
É conveniente que as correias não estejam nem muito apertadas, nem frouxas. Procure que ambas as partes fiquem simétricas (ou quase), para que o fecho fique numa posição cômoda e tenhamos margem de ajuste das orelhas e na própria tensão do fecho. Convém ajustar bem as passadeiras em baixo das orelhas, para que o capacete não solte e também escolher a espuma interior certa, para que o capacete não mexa em sua cabeça.
19) Câmara de ar de bico fino ou grosso?
É igual. Há quem se "encante" pelo bico grosso, porque permite encher em mais postos de gasolina. Outros peferem o fino, porque é a verdadeira "válvula da bicicleta" e é compatível com todos os aros do mercado.
20) A que altura coloco os manetes dos freios?
O ângulo ideal será entre 30 a 45 graus na horizontal e segundo nossos gostos. O importante é que fiquem numa posição natural e que respeitem a inclinação dos nossos braços sobre o guidão, como se fosse um prolongamento dos mesmos, isto é, o pulso não deve ficar dobrado para cima e nem para baixo.
21) Em uma bicicleta de mountain bike é necessário ter bar ends, aqueles chifres ao lado do guidão?
Nem sempre. Este é um aspecto que depende do gosto de cada um. Até pouco tempo quase todos os bikers usavam bar ends nas provas e treinos, mas esta situação mudou. Um exemplo dos que não usam bar ends é Roland Green, vencedor da Taça do Mundo.
Devemos lavar a bicicleta com água a baixa pressão, com especial precaução nos cubos, eixo dos pedais, suspensões, para em seguida colocarmos "mãos à obra" com uma esponja, esfregando da direita para esquerda. Por último, devemos deixar secar ao ar livremente. O "toque final" deve ser dado com um pano de algodão.
17) Quando devo substituir a corrente?
É algo muito variável. Depende do uso que damos à bicicleta, quais as condições e cuidado que temos com ela. Uns 3.000 km de uso são uma boa referência para substituirmos a corrente. É possível medir melhor o desgaste com calibradores, como os que oferecem as marcas Park Tool ou Rohloff.
18) Como o capacete deve estar corretamente ajustado em nossa cabeça?
É conveniente que as correias não estejam nem muito apertadas, nem frouxas. Procure que ambas as partes fiquem simétricas (ou quase), para que o fecho fique numa posição cômoda e tenhamos margem de ajuste das orelhas e na própria tensão do fecho. Convém ajustar bem as passadeiras em baixo das orelhas, para que o capacete não solte e também escolher a espuma interior certa, para que o capacete não mexa em sua cabeça.
19) Câmara de ar de bico fino ou grosso?
É igual. Há quem se "encante" pelo bico grosso, porque permite encher em mais postos de gasolina. Outros peferem o fino, porque é a verdadeira "válvula da bicicleta" e é compatível com todos os aros do mercado.
20) A que altura coloco os manetes dos freios?
O ângulo ideal será entre 30 a 45 graus na horizontal e segundo nossos gostos. O importante é que fiquem numa posição natural e que respeitem a inclinação dos nossos braços sobre o guidão, como se fosse um prolongamento dos mesmos, isto é, o pulso não deve ficar dobrado para cima e nem para baixo.
21) Em uma bicicleta de mountain bike é necessário ter bar ends, aqueles chifres ao lado do guidão?
Nem sempre. Este é um aspecto que depende do gosto de cada um. Até pouco tempo quase todos os bikers usavam bar ends nas provas e treinos, mas esta situação mudou. Um exemplo dos que não usam bar ends é Roland Green, vencedor da Taça do Mundo.
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